As ministras explicaram que as linhas telefónicas serão para utilização exclusiva dos directores das escolas e apenas usadas nas situações em que estes responsáveis desconheçam as medidas a tomas perante a presença do vírus entre alunos.
"No momento preciso que ocorram situações para as quais os directores das escolas não encontrem uma decisão fácil poderão contar com o apoio das estruturas dos ministérios da Educação e da Saúde", garantiu Maria de Lurdes Rodrigues.
As linhas funcionarão em articulação entre as Administrações Regionais de Saúde e as Direcções Regionais de Educação, que colocarão os directores da escola em contacto directo com o médico de saúde pública, explicou, por seu turno, a ministra Ana Jorge.
Do plano de contenção do vírus da gripe A nas escolas faz também parte a eleição de uma figura central em todo este processo: "um coordenador para a saúde". "Será um professor que já existia para um conjunto de outras actividades que as escolas desenvolviam nesta área e que agora é chamado para colaborar na elaboração dos planos de contingência e a apoiar a direcção das escolas no trabalho de comunicação e informação aos pais e de apoio às actividades dos professores", explicou Maria de Lurdes Rodrigues.
Nos primeiros dias de aulas, há uma orientação dos ministérios para que ocorram reuniões com os pais para que as escolas possam ter uma oportunidade de apresentar o seu plano de contingência. Outra orientação é para que no primeiro dia de aulas um dos tempos lectivos seja dedicado a falar da gripe.
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